domingo, 15 de janeiro de 2012
Alternativas para o navio não naufragar
Fundamental - "Não abandonar o barco"
Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/italia-detido-comandante-do-navio-que-naufragou=f699513#ixzz1jZrdMe00
15.01.2012 | Atualizado em 15.01.2012 - 07:48
http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-1/artigo/
Visualizações: 1198
Pesquisa: http://minilua.com/como-que-navios-nao-afundam/
"Dia desses voltando de uma “balada” estava passando próximo ao porto, em um estado mas pra lá do que pra cá, até que um amigo vem com aquela pergunta, como é que os navios não afundam?
Sei lá o que pensei na hora, achei muito louca e inusitada a pergunta, mas o fato de não saber me deixou muito intrigado, por isso decidi pesquisar e postar hoje aqui no Minilua.
Sem mais delongas, mas afinal de contas por quê é que o navio não afunda? O navio não afunda pois existe uma força chamada empuxo, a qual faz com que a embarcação flutue.
Mas que força é essa?
Ao mergulhar um objeto na água, a gente nota que ele sofre a ação de uma força no sentido vertical que o empurra para cima, ou que pareça que o peso do objeto diminui.
Então, se a pressão na parte superior do navio fosse igual a da parte inferior, essas forças se igualariam, a pressão seria nula e o empuxo não teria seu efeito sobre esta embarcação. Pelo princípio de Arquimedes, sabemos que:
Empuxo = peso do liquido deslocado
É isso o que acontece com as embarcações. O peso do barco desloca um certo volume de água e provoca uma reação em sentido contrário.
Ou seja: quando um navio está em equilíbrio sobre as águas é porque a força dessa pressão (empuxo) é igual ao seu peso. Isso significa que o peso do navio está sendo equilibrado pela força de pressão que ele recebe da água.
O casco do navio também é projetado de modo a facilitar seu equilíbrio. Um navio vazio flutua com uma grande parte do casco fora da água. A medida que vai sendo carregado ele imerge mais e mais.
O peso que o navio transporta também deve ser cuidadosamente organizado para que o navio possa navegar com estabilidade. Então para obter-se maior estabilidade possível, a distribuição de cargas no interior do navio é feita de tal modo que o centro de gravidade se situa o mais próximo possível do fundo do navio.
Além do empuxo, existe a questão da densidade da água. Quando mais densa a água, maior a flutuabilidade. A água salgada é mais densa que a água doce. Isto deve-se ao fato de que na água salgada contém sais dissolvidos. Portanto, a flutuabilidade é maior na água salgada.
A densidade da água doce é 1 x 1 x 103 kg/m3 e a densidade da água do mar é em média 1,03 x 103 kg/m3. Deste modo, uma embarcação utiliza 3% a mais de água em seu lastro (espaço lateral em navios em forma de tanques com divisórias para reserva de água para fornecer equilíbrio e estabilidade ao navio).Portanto essa água de lastro varia entre tipos de embarcações, sistemas portuários e com condições de carga e de mar.
A água de lastro é utilizada em navios de carga como contra-peso para que as embarcações mantenham a estabilidade e a integridade estrutural.
Foto de uma tampa do tanque de lastro, tirada na visita ao estaleiro de Itajaí. Existem várias destas tampas ao longo do navio
Para navegar com segurança são necessários alguns cuidados. Um deles diz respeito ao calado.
Calado é a designação dada à profundidade a que se encontra o ponto mais baixo da quilha de uma embarcação. O calado mede-se verticalmente a partir de um ponto na superfície externa da quilha.
O conhecimento do calado do navio em cada condição de carga e de densidade da água (em função da salinidade e temperatura) é fundamental para determinar a sua navegabilidade sobre zonas pouco profundas, em especial nos portos e em canais.
O calado, acrescido de um valor de segurança (o pé de piloto), determina os portos onde o navio pode entrar e as barras e canais que pode atravessar em cada condição de maré.
Em alguns casos é obrigatório inscrever no costado das embarcações um conjunto de marcas e de informações sobre calado por forma a que as autoridades portuárias possam controlar a segurança da operação dos navios e o estado de carga (a marca de carga – por vezes designada linha Plimsoll – determina a linha de água segura para cada carga e densidade esperada da água)".

Fundamental - "Não abandonar o barco"
Itália: detido comandante do navio que naufragou.
O comandante foi detido com as acusações de
homicídio múltiplo, naufrágio e abandono de navio.
Imagem aérea, divulgada pela guarda costeira local, mostra navio Costa Concordia naufragando. O cruzeiro Costa Concordia, da companhia Costa Cruceros, encalhou por motivo ainda desconhecido às 21h30 desta sexta-feira 13/01/2012 (18h30 de Brasília) quando navegava do porto de Savona ao de Civitavecchia, 70 km ao norte de Roma.
Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/italia-detido-comandante-do-navio-que-naufragou=f699513#ixzz1jZrdMe00
http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-1/artigo/
Visualizações: 1198
Pesquisa: http://minilua.com/como-que-navios-nao-afundam/
"Dia desses voltando de uma “balada” estava passando próximo ao porto, em um estado mas pra lá do que pra cá, até que um amigo vem com aquela pergunta, como é que os navios não afundam?
Sei lá o que pensei na hora, achei muito louca e inusitada a pergunta, mas o fato de não saber me deixou muito intrigado, por isso decidi pesquisar e postar hoje aqui no Minilua.
Sem mais delongas, mas afinal de contas por quê é que o navio não afunda? O navio não afunda pois existe uma força chamada empuxo, a qual faz com que a embarcação flutue.
Mas que força é essa?
Ao mergulhar um objeto na água, a gente nota que ele sofre a ação de uma força no sentido vertical que o empurra para cima, ou que pareça que o peso do objeto diminui.
Então, se a pressão na parte superior do navio fosse igual a da parte inferior, essas forças se igualariam, a pressão seria nula e o empuxo não teria seu efeito sobre esta embarcação. Pelo princípio de Arquimedes, sabemos que:
Empuxo = peso do liquido deslocado
É isso o que acontece com as embarcações. O peso do barco desloca um certo volume de água e provoca uma reação em sentido contrário.
Ou seja: quando um navio está em equilíbrio sobre as águas é porque a força dessa pressão (empuxo) é igual ao seu peso. Isso significa que o peso do navio está sendo equilibrado pela força de pressão que ele recebe da água.
O casco do navio também é projetado de modo a facilitar seu equilíbrio. Um navio vazio flutua com uma grande parte do casco fora da água. A medida que vai sendo carregado ele imerge mais e mais.
O peso que o navio transporta também deve ser cuidadosamente organizado para que o navio possa navegar com estabilidade. Então para obter-se maior estabilidade possível, a distribuição de cargas no interior do navio é feita de tal modo que o centro de gravidade se situa o mais próximo possível do fundo do navio.
Além do empuxo, existe a questão da densidade da água. Quando mais densa a água, maior a flutuabilidade. A água salgada é mais densa que a água doce. Isto deve-se ao fato de que na água salgada contém sais dissolvidos. Portanto, a flutuabilidade é maior na água salgada.
A densidade da água doce é 1 x 1 x 103 kg/m3 e a densidade da água do mar é em média 1,03 x 103 kg/m3. Deste modo, uma embarcação utiliza 3% a mais de água em seu lastro (espaço lateral em navios em forma de tanques com divisórias para reserva de água para fornecer equilíbrio e estabilidade ao navio).Portanto essa água de lastro varia entre tipos de embarcações, sistemas portuários e com condições de carga e de mar.
A água de lastro é utilizada em navios de carga como contra-peso para que as embarcações mantenham a estabilidade e a integridade estrutural.
Navegação segura:
Para navegar com segurança são necessários alguns cuidados. Um deles diz respeito ao calado.
Calado é a designação dada à profundidade a que se encontra o ponto mais baixo da quilha de uma embarcação. O calado mede-se verticalmente a partir de um ponto na superfície externa da quilha.
O conhecimento do calado do navio em cada condição de carga e de densidade da água (em função da salinidade e temperatura) é fundamental para determinar a sua navegabilidade sobre zonas pouco profundas, em especial nos portos e em canais.
O calado, acrescido de um valor de segurança (o pé de piloto), determina os portos onde o navio pode entrar e as barras e canais que pode atravessar em cada condição de maré.
Em alguns casos é obrigatório inscrever no costado das embarcações um conjunto de marcas e de informações sobre calado por forma a que as autoridades portuárias possam controlar a segurança da operação dos navios e o estado de carga (a marca de carga – por vezes designada linha Plimsoll – determina a linha de água segura para cada carga e densidade esperada da água)".
Se você tiver idéias de temas que possam ser abordados, deixe a sua sugestão!
Fonte: Proavirtualsábado, 14 de janeiro de 2012
Alternativas educacionais/cívicas - Pesquisas
Esta atividade comprovadamente sempre deu muito resultado na sala de aula.
O fato de explorar medidas, usar a régua, compasso e instrumentos de desenho geométrico para chegar à arte final (traçado, desenho e pintura) do desenho da Bandeira, traz muita satisfação aos alunos, que notadamente e com muita percepção, fazem as correções em traçados mal interpretados da nossa bandeira. A partir do conhecimento, podemos dizer que o civismo estará implantado no cotidiano do educando.
O fato de explorar medidas, usar a régua, compasso e instrumentos de desenho geométrico para chegar à arte final (traçado, desenho e pintura) do desenho da Bandeira, traz muita satisfação aos alunos, que notadamente e com muita percepção, fazem as correções em traçados mal interpretados da nossa bandeira. A partir do conhecimento, podemos dizer que o civismo estará implantado no cotidiano do educando.
O DESENHO DA BANDEIRA
27 Estrelas
O Desenho da Bandeira
As regras para a feitura da bandeira encontram-se definidas no Art 5º da Lei nº 5.700/71. O desenho é modular, o que facilita a sua reprodução e confecção. Para o cálculo das dimensões, toma-se por base a largura desejada, dividindo esta em 14 partes iguais. Cada uma das partes será considerada uma medida ou módulo. O comprimento da bandeira será de 20 módulos. Observação: no desenho oficial da bandeira não existe a faixa branca vertical no lado mais próximo do mastro. Este tem sido um erro de confecção muito freqüente.
Lema “ORDEM E PROGRESSO” escrito na cor VERDE
De: Adriana Franco de Camargo
Título: A Matemática da Bandeira do Brasil
Autora: Adriana Franco de Camargo
Público Alvo: Professores do Ensino Fundamental
Adriana Franco de Camargo
I – Objetivos
Que os alunos obtenham um conhecimento significativo sobre a Bandeira, sobre sua
história e aprendam a valorizá-la como o símbolo do nosso povo.
Conheçam os padrões que devem ser mantidos para sua confecção e através disso
aprendam alguns conteúdos matemáticos.
II – Histórico
A Bandeira do Brasil
A Bandeira do Brasil foi adotada pelo decreto nº 4 de 19 de novembro de 1889. A
idéia da nova Bandeira do Brasil deve-se ao professor Raimundo Teixeira Mendes,
presidente do Apostolado Positivista do Brasil. Com ele colaboraram o Dr. Miguel Lemos e
o professor Manuel Pereira Reis, catedrático de astronomia da Escola Politécnica. O
desenho foi executado pelo pintor Décio Vilares.
O Círculo interno azul corresponde a uma imagem da esfera celeste, inclinada
segundo a latitude da cidade do Rio de Janeiro às 12 horas siderais (8 horas e 30 minutos)
do dia 15 de novembro de 1889 e deve ser considerada como vista por um observador
situado fora da esfera celeste, como se o víssemos do infinito: está invertido, como se fosse
através de um espelho. A posição invertida pode ser facilmente verificada pela observação
da estrela “Intrometida” (a Épsilon) do Cruzeiro do Sul, que, olhada diretamente no céu,
nos aparece sob a estrela Delta, da mesma constelação, à direita do observador, mas na
bandeira encontra-se à esquerda de quem a contempla.
Cores e formas
O retângulo e o losango estão presentes com as mesmas tonalidades na bandeira
imperial, mostrando que a bandeira republicana não rompeu definitivamente com o
Império. O losango, em particular, é a representação da mulher na posição de mãe, esposa,
irmã e filha. A esfera é o antigo símbolo do mundo, unindo o Brasil a Portugal através de
D. Manuel, em cujo reinado se deu o descobrimento. Ela é também um antigo emblema
romano, presente na bandeira do Principado do Brasil instituída por D. João IV, onde já
constava a faixa branca.
O verde da bandeira não tem especificação, mas a tonalidade é a mesma da
imperial: o primavera ou verde-esmeralda, ele tem muitos significados, pois remonta o
primeiro objeto que provavelmente funcionou como bandeira: ramos de árvores arrancados
em instantes de alegria espontânea. No Bandeira do Brasil o verde tem outros significados
históricos, como a Casa de Bragança, a filiação com a França e o estandarte dos
Bandeirantes.
O amarelo também não tem especificações, continuou o do pavilhão de 1822, ele
representa nossa riqueza mineral e a aventura dos bandeirantes à procura do ouro. De
maneira poética, nos leva à imagem do sol, astro que nos garante condições essenciais de
Adriana Franco de Camargo
sobrevivência. Essa cor recorda à Casa dos Habsburgos e também à Casa de Castela e a
Casa de Lorena, a que pertencia D. Leopoldina, esposa de D. Pedro I.
O azul, juntamente com o branco remonta a nacionalidade lusitana, bem como
homenageia a história do Cristianismo e a mãe de Jesus, padroeira de Portugal e do Brasil.
O azul deve ser obrigatoriamente, azul celeste.
O branco, plenitude das cores, traduz os desejos de paz. A faixa branca em sentido
oblíquo e descendente da esquerda para a direita é a representação do nosso “Equador
visível”. Vale destacar também a ausência do vermelho e do preto, excluindo da Bandeira
lembranças às guerras, ameaças e agressões. A Bandeira do Brasil é um pendão idealista e
limpo, estando bem mais próxima dos antigos estandartes, erguidos apenas para coreografar
o bem-estar e o jubilo aos deuses.
O lema "Ordem e Progresso"
A legenda, escrita em verde, "Ordem e Progresso", é um resumo do lema de
Auguste Comte, criador do Positivismo, do qual Teixeira Mendes era adepto. O lema
completo era "o amor por princípio e a ordem por base; o progresso por fim."Segundo o
próprio Teixeira Mendes, o objetivo do lema era mostrar que a revolução "não aboliu
simplesmente a monarquia", mas que ela aspirava "fundar uma pátria de verdadeiros
irmãos, dando à Ordem e ao Progresso todas as garantias que a história nos demonstra
serem necessárias à sua permanente harmonia."
As estrelas
Cada estrela representa um estado da federação. Todas as estrelas têm 5 pontas As
estrelas não têm o mesmo tamanho; elas aparecem em 5 (cinco) dimensões: de primeira,
segunda, terceira, quarta e quinta grandezas. Estas dimensões não correspondem
diretamente às magnitudes astronômicas, mas estão relacionadas com elas. Quanto maior a
magnitude da estrela maior é o seu tamanho na Bandeira. É permitida a inclusão de novas
estrelas para representar novos Estados no círculo azul da Bandeira Nacional sem afetar a
disposição estética original constante do desenho proposto pelo Decreto nº 4, de 19 de
novembro de 1889 e serão suprimidas da Bandeira Nacional as estrelas correspondentes aos
Estados extintos. Quando a Bandeira Republicana foi criada, as estrelas representavam os
vinte Estados da República e o Município Neutro. Hoje são 26 Estados e o Distrito.
As estrelas que pertencem à bandeira desde o Decreto nº 4 são as seguintes:
Constelação Estrelas Grandeza Estado
Virgem Espiga 1ª Pará
Cão Menor Prócion 1ª Amazonas
Cão Maior Sírio 1ª Mato Grosso
Argos Canopo 1ª Goiás
Alfa 1ª Minas Gerais
Beta 2ª R. G. do Sul
Gama 2ª São Paulo
Cruzeiro do Sul
Delta 3ª Rio de Janeiro
Adriana Franco de Camargo
Épsilon 4ª Sergipe
Alfa 2ª Paraná
Beta 3ª Paraíba
Triângulo
Gama 3ª R. G. do Norte
Antares 1ª Bahia
Beta 3ª Maranhão
Épsilon 2ª Pernambuco
Lambda 2ª Piauí
Kapa 3ª Santa Catarina
Mü 3ª Espírito Santo
Teta 2ª Ceará
Escorpião
Iota 3ª Alagoas
Sigma Oitante 4ª Distrito Federal
Nota-se o esforço de escalonar os Estados de acordo com a grandeza astronômica das
estrelas, mas permaneceram grandes desproporções, invalidando a intenção.
Reprodução do modelo adotado pelo Dec nº 4 para a bandeira
Adriana Franco de Camargo
As atualizações
Assembléia Constituinte, a 31 de maio de 1934, confirmou “in totum” a bandeira
de 1889, que até hoje permanece inalterada, à exceção do acréscimo de mais estrelas para
indicar o aparecimento de novos Estados da Federação.
Data da atualização
Constelação Estrelas Grandeza Estado
1960 Hidra Fêmea Alfard 2ª Guanabara
1962 Hidra Fêmea Gama 3ª Acre
1977 (Divisão do Estado do Mato Grosso)
Hidra Fêmea Alfard 2ª
Mato Grosso do Sul, substituindo o Estado da Guanabara
1988 Cão Maior Beta 2ª Amapá
1981 Cão Maior Gama 4ª Rondônia
1988 Cão Maior Delta 2ª Roraima
1988 Cão Maior Epsilon 2ª Tocantins
A Lei nº 5.700 de 1º de setembro de 1971, alterada pela Lei nº 8.421 de 11 de maio
de 1992, atualizou as alterações acima, conforme consta da figura abaixo.
Adriana Franco de Camargo
O Desenho da Bandeira
As regras para a feitura da bandeira encontram-se definidas no Art 5º da Lei nº 5.700/71. O desenho é modular, o que facilita a sua reprodução e confecção.
Para o cálculo das dimensões, toma-se por base a largura desejada, dividindo
esta em 14 partes iguais. Cada uma das partes será considerada uma medida ou módulo.
O comprimento da bandeira será de 20 módulos.
Observação: no desenho oficial da bandeira não existe a faixa branca vertical no lado mais
próximo do mastro. Este tem sido um erro de confecção muito freqüente.
III – Metodologia
- Pesquisa sobre a Bandeira do Brasil;
- Leitura e discussão do texto sobre a história da Bandeira;
- Leitura do Livro “Diálogo Geométrico”;
- Atividades envolvendo medidas de comprimento, ponto, reta, plano, polígonos,
quadriláteros, circunferência, círculo, esfera e proporção;
- Desenho da Bandeira.
IV – Desenvolvimento
- Os alunos trouxeram a pesquisa sobre a bandeira e trocaram informações com os colegas;
- Lemos o texto que eu preparei sobre a história da bandeira e houve muita discussão;
- Eu li para os alunos o livro “Diálogo Geométrico”, mostrei as ilustrações e a partir do
livro introduzi os conceitos de plano, polígono, esfera, entre outros.
- Cada aluno desenhou uma bandeira em papel sulfite, utilizando régua, compasso e
esquadro. Depois de pintadas, colocamos todas as bandeiras no mural do pátio da escola.
V – Avaliação
Os alunos se interessaram bastante, ficaram curiosos e questionaram muito. A
maioria gostou de realizar as atividades e principalmente de desenhar a bandeira.
Através do desenho foi possível perceber que eles aprenderam os conteúdos
estudados.
Créditos:
Créditos:
Adriana Franco de Camargo
Bibliografia
- “Bandeira do Brasil”, 18/06/98, disponível em: <http: www.inmetro.gov.br/consumidor/
produtos/bandeira.asp/>. acesso em 09/04/04.
- “O firmamento como símbolo nacional”, texto adaptado da Resenha “O céu da bandeira”
de J.R.V. Costa, disponível em: <http: www.zenite.nu/brasil/>. acesso em 09/04/04.
- “Bandeira do Brasil”, lei nº 5700, de 1º de setembro de 1971, alterada pela lei nº 8421, de
11 de maio de 1992, disponível em: <http: www.exercito.gov.br/>. acesso em 09/04/04.
- Silva, Antônio de Siqueira. Atividades de Educação Moral e Cívica – IBEP – SP.
- Cyrino, Hélio. Diálogo Geométrico – Ed. Átomo – 2001 – SP.
- Dante, Luiz Roberto. Didática da Resolução de Problemas de Matemática – 12º edição –
Ed. Ática – 1999 – SP.
- Livros Didáticos (Atividades):
Matemática – Imenes & Lellis – 5a. série – Ed. Scipione
Matemática na Medida Certa – Jakubo, Lellis, Centurión – 5a. série – Ed. Scipione
Matemática Pensar e Descobrir – Giovanni & Giovanni Jr. – 5a. série – Ed. FTD
Matemática & Interação – Clélia Maria Martins Isolani – 6a. série – Ed. Módulo
------------------------------------------------------------------------Sobre a divisão do Estado do Pará - 11/12/2011 20h08- Atualizado em 12/12/2011 10h25 - Em plebiscito, eleitores do Pará rejeitam divisão do estado. Maioria dos eleitores disse 'não' à criação de Tapajós e Carajás. Resultado do plebiscito encerra trâmite para a divisão do estado.
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------------------------------------------------------------------------Sobre a divisão do Estado do Pará - 11/12/2011 20h08- Atualizado em 12/12/2011 10h25 - Em plebiscito, eleitores do Pará rejeitam divisão do estado. Maioria dos eleitores disse 'não' à criação de Tapajós e Carajás. Resultado do plebiscito encerra trâmite para a divisão do estado.
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Hino à Bandeira Nacional
Letra: Olavo Bilac
Música: Francisco Braga
Letra: Olavo Bilac
Música: Francisco Braga
Salve, lindo pendão da esperança, Salve, símbolo augusto da paz! Tua nobre presença à lembrança A grandeza da Pátria nos traz. Recebe o afeto que se encerra Em nosso peito juvenil, Querido símbolo da terra, Da amada terra do Brasil! Em teu seio formoso retratas Este céu de puríssimo azul, A verdura sem par destas matas, E o esplendor do Cruzeiro do Sul. Recebe o afeto que se encerra Em nosso peito juvenil, Querido símbolo da terra, Da amada terra do Brasil! | Contemplando o teu vulto sagrado, Compreendemos o nosso dever; E o Brasil, por seus filhos amado, Poderoso e feliz há de ser. Recebe o afeto que se encerra Em nosso peito juvenil, Querido símbolo da terra, Da amada terra do Brasil! Sobre a imensa Nação Brasileira, Nos momentos de festa ou de dor, Paira sempre, sagrada bandeira, Pavilhão da Justiça e do Amor! Recebe o afeto que se encerra Em nosso peito juvenil, Querido símbolo da terra, Da amada terra do Brasil! |
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Looks Inspiradores - Pesquisa: Página da UOL 25/11/11
50 ideias de maquiagens e
penteados para festas de formatura
A partir deste BLOG sigam as Pesquisas e sugestões de sites, blog s, link s... e alternativaszastras. Confira abaixo:
http://blogmarcoscosta.blog.uol.com.br/arch2011-11-01_2011-11-30.html
http://www.fabiogoncalves.com/blog/?cat=105
http://estilo.uol.com.br/album/looksinspiradores_formaturas_album.htm
http://estilo.uol.com.br/videos/assistir.htm?video=dicas-de-maquiagem--lavando-os-pinceis-04028C9A3962C0992326
Maquiadora ensina como lavar os pinceis e esponjas para que as ferramentas durem mais
Dicas de maquiagem - Pesquisa: Página da UOL 25/11/11
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
Nova pesquisa no BLOG DO MARCOS COSTA
Explosão na festa!
Créditos: Publicado por Marcos Costa em Retoques
23/11/2011
Explosão na festa!
As cores vivas de batom estão bombando na maquiagem. Que tal experimentar as duas mais bafônicas do momento nas festanças de final de ano que já estão chegando? Nos looks abaixo usei e abusei do laranja e do rosa. Descubra qual é o seu preferido e não esqueça de me contar depois, tá? Aproveite e dê uma espiadinha no meu site. Lá tem ainda mais opções de maquiagens e cabelos para mulheres de todas as idades e estilos. Com certeza, muitos deles vão combinar muito com o seu jeito de ser. Confira: www.marcoscosta.com.br. Bjsss e arrase, filhota!
E como diria Crô: "Minha rainha do Nilo!”
Crédito:
![]() |
| Adicionar legenda |
Crédito:
Fotos: Danilo Apoena -
Beleza: Marcos Costa - www.marcoscosta.com.br
Alternativas para voar
O superjumbo Airbus A380, o maior avião comercial do mundo, estreou (17/10) na China com um voo entre Pequim e Cantão, operado pela companhia aérea China Southern Jean-Philippe Arles/Reuters
O superjumbo Airbus A380, o maior avião comercial do mundo, estreou (17/10) na China com um voo entre Pequim e Cantão, operado pela companhia aérea China Southern Jean-Philippe Arles/Reuters

Foto 4 de 15 - A grande envergadura desse avião faz com que o mesmo só possa aterrissar em pouco mais de cem aeroportos do mundo. Na Ásia é utilizado principalmente para voar à Europa e à América do Norte Jean-Philippe Arles/Reuters
Pesquisa na página da UOL 25/11/11

Foto 1 de 8 - A casa britânica Bonhams realizará, no próximo dia 1º, um leilão anual de automóveis antigos e itens de colecionador relacionados ao automobilismo. Na foto: 1913 Rolls-Royce Silver Ghost cortesia Bonhams

Foto 7 de 8 - A casa britânica Bonhams realizará, no próximo dia 1º, um leilão anual de automóveis antigos e itens de colecionador relacionados ao automobilismo. Na foto: 1939 Lagonda V12 Sports Saloon cortesia Bonhams

Foto 5 de 8 - A casa britânica Bonhams realizará, no próximo dia 1º, um leilão anual de automóveis antigos e itens de colecionador relacionados ao automobilismo. Na foto: 1933 Rolls-Royce Phantom II cortesia Bonhams

Entre os itens que serão oferecidos estão uma réplica do carro do filme "O Calhambeque Mágico", de 1968, e um Ford Mustang 1967 idêntico ao utilizado na cena de perseguição de carros pela cidade de San Francisco do longa "Bullitt" (1968), com Steve McQueen, uma das mais famosas do cinema.
Outros carros que estão no leilão são um Austin-Healey 1953, pilotado nas provas das 24 horas de Le Mans em 1953 e 1955, e uma limusine Lanchester de 1912, que pertenceu ao marajá de Rewa, na Índia.
O leilão será realizado em um centro de eventos da Mercedes-Benz em Surrey, no sudeste da Inglaterra.
Fonte de pesquisa: internet - página da UOL 25/11/11
SAMPA "Saudades"
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:: Os embalos de sábado à noite no centro da cidade ::
Fonte/Pesquisa:
Categoria: Outras histórias
No período entre as décadas de 60 e 80 os sábados eram especiais, você já saia de casa com tudo programado, ou teatro, ou cinema, (um sábado ia ao cinema, no outro ao teatro) os jornais Estadão, Folha de São Paulo e Ultima Hora já traziam as informações de mão beijada.
Estacionava o carro no centro, atrás da Rua Caetano de Campos, e começava a circular pelo centro, Avenida São Luiz, Avenida Ipiranga, Rua 24 de Maio, Rua Barão de Itapetininga (uma parada para o café na Galeria Califórnia), Rua 7 de abril, ai entrava em um cinema (todos na época tinham sua qualidade) ou teatro; Itália, Mariadela Costa, Cultura Artística, Paiol, e já ia encontrando os amigos.
Os teatros na época tinham duas sessões aos sábados, e alguns cinemas já tinham a sessão da meia noite. Ao término dessa sessão cultural, dava tempo de correr ainda até o Mappin, que fechava a meia noite e sempre tinha algo para comprar. Tinha a turma que ficava nas escadarias do Theatro Municipal, os paqueras das funcionários do Mappin na saída, ai íamos jantar ou lanchar no Galetos, Gato que Ri, Almanara, Carlino, Um Dois, Feijão com Arroz, Casa Italiana, Eduardo’s, Gigeto e aquelas cantinas que ficavam na Rua Santo Antônio, muito frequentada pelos artistas do teatro, com uma boa companhia e às vezes sós, mas com um bom vinho a mesa.
Depois da sessão de gastronomia, íamos circular um pouco ali nos arredores (as noites de São Paulo tinham um cheiro gostoso, uma brisa leve) e tomar um cafezinho na "Galeria Olido" ou até engraxar os sapatos ali mesmo. Começavam chegar os amigos, e assim a noite ia passando, mas dava tempo ainda de tomar um chopp no Largo do Arouche/pingão, ou na Praça Dom José Gaspar, ali na saída do Cine Metrópole, também o Paribar. Esses locais ficavam super lotados, boas amizades ali foram construídas, uns já estão no andar de cima.
Já passava da meia noite e era a hora de comprar o "estadão" de domingo, sentar no banco da Praça do Largo do Arouche e ler o jornal tranquilamente. Alguns partiam para as “boites” da Rua Augusta, outros para os bailes da região da Avenida Brigadeiro Luiz Antônio, e também ir aos apartamentos dos amigos que moravam no centro, ouvir musicas. Os “LPs" ficavam todos empilhados no chão, e rolava cerveja, cuba e papos, e papos.
Agora vamos pegar o carro que ficava estacionado na rua, lá estava ele intacto. Pegava a Marginal Tietê e vinha dirigindo e cantarolando, dava tempo ainda da "saideira" ou era ali no Parí, atrás do campo da Portuguesa, havia uma boa pizzaria, ou no final da Marginal Tietê no "Chaparral", o primeiro cinema ao ar livre (Penha).
E tem um detalhe, não ganhávamos fortunas, éramos todos empregados, ninguém era rico. Hoje nesses locais não existe mais nada, parece que uma bomba ali caiu, tudo acabou, ficou um enorme vazio, mas uma lembrança linda em nossa mente que ninguém nos vai tirar.
Estacionava o carro no centro, atrás da Rua Caetano de Campos, e começava a circular pelo centro, Avenida São Luiz, Avenida Ipiranga, Rua 24 de Maio, Rua Barão de Itapetininga (uma parada para o café na Galeria Califórnia), Rua 7 de abril, ai entrava em um cinema (todos na época tinham sua qualidade) ou teatro; Itália, Mariadela Costa, Cultura Artística, Paiol, e já ia encontrando os amigos.
Os teatros na época tinham duas sessões aos sábados, e alguns cinemas já tinham a sessão da meia noite. Ao término dessa sessão cultural, dava tempo de correr ainda até o Mappin, que fechava a meia noite e sempre tinha algo para comprar. Tinha a turma que ficava nas escadarias do Theatro Municipal, os paqueras das funcionários do Mappin na saída, ai íamos jantar ou lanchar no Galetos, Gato que Ri, Almanara, Carlino, Um Dois, Feijão com Arroz, Casa Italiana, Eduardo’s, Gigeto e aquelas cantinas que ficavam na Rua Santo Antônio, muito frequentada pelos artistas do teatro, com uma boa companhia e às vezes sós, mas com um bom vinho a mesa.
Depois da sessão de gastronomia, íamos circular um pouco ali nos arredores (as noites de São Paulo tinham um cheiro gostoso, uma brisa leve) e tomar um cafezinho na "Galeria Olido" ou até engraxar os sapatos ali mesmo. Começavam chegar os amigos, e assim a noite ia passando, mas dava tempo ainda de tomar um chopp no Largo do Arouche/pingão, ou na Praça Dom José Gaspar, ali na saída do Cine Metrópole, também o Paribar. Esses locais ficavam super lotados, boas amizades ali foram construídas, uns já estão no andar de cima.
Já passava da meia noite e era a hora de comprar o "estadão" de domingo, sentar no banco da Praça do Largo do Arouche e ler o jornal tranquilamente. Alguns partiam para as “boites” da Rua Augusta, outros para os bailes da região da Avenida Brigadeiro Luiz Antônio, e também ir aos apartamentos dos amigos que moravam no centro, ouvir musicas. Os “LPs" ficavam todos empilhados no chão, e rolava cerveja, cuba e papos, e papos.
Agora vamos pegar o carro que ficava estacionado na rua, lá estava ele intacto. Pegava a Marginal Tietê e vinha dirigindo e cantarolando, dava tempo ainda da "saideira" ou era ali no Parí, atrás do campo da Portuguesa, havia uma boa pizzaria, ou no final da Marginal Tietê no "Chaparral", o primeiro cinema ao ar livre (Penha).
E tem um detalhe, não ganhávamos fortunas, éramos todos empregados, ninguém era rico. Hoje nesses locais não existe mais nada, parece que uma bomba ali caiu, tudo acabou, ficou um enorme vazio, mas uma lembrança linda em nossa mente que ninguém nos vai tirar.
HINO A BEBEDOURO CIDADE CORAÇÃO
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Hino feito para o município de Bebedouro -SP Letra: Oswaldo Schiavon;
Música: Paulo Rezende Torres de Albuquerque





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